Investigações apuram violação de túmulo em Tuparendi

Inquérito está aberto há seis meses, e Polícia trabalha com suspeitos.

O delegado Tiago Tescke,
O delegado Tiago Tescke,


O delegado Tiago Tescke, responsável pela Delegacia de Polícia de  Tuparendi segue com inquérito aberto que apura a violação do tumulo em um cemitério no de Tuparendi. Segundo Tiago afirma nos últimos seis  meses após o fato, inúmeras diligências foram feitas. “Até o momento 33 pessoas foram ouvidas no inquérito, realizamos pericia, e aguardamos  resultados do Instituto Geral de Perícia para dar segmento nas investigações. Nós trabalhamos com suspeitos”, afirmou.
Sobre a complexidade do caso, o delegado não escondeu a gravidade e a dificuldade da polícia em chegar ao autor. “Nossa equipe da Polícia Civil está empenhada, e nosso trabalho está sendo intenso para solucionar o caso” salientou.
Entre as novidades do caso, o delegado citou que o celular da vitima foi usado um dia após sua morte. “Estamos investigando quem usou, mas temos a informação, que o usuário acessou a conta para assistir um filme de terror na Netflix. Se identificado, pode ser de extrema importância para solucionar o caso”, reiterou.
A sepultamento da jovem de 27 anos ocorreu no dia 20 de maio de 2018 no Cemitério Municipal da cidade de Tuparendi localizado na saída para Lajeado Minas. Sobre a violação, a polícia tomou conhecimento do fato por volta das 15h do dia 21. A Civil foi acionada foi acionada pela Brigada Militar, após agentes de endemias da Secretaria Municipal de Saúde durante inspeção nos vasos de flores no cemitério, se depararam com uma situação atípica em uma das sepulturas.
Ao removerem alguns recipientes com flores elas perceberam que as folhas de concreto que tapavam o jazigo pareciam estar fora do lugar devido a uma abertura. As agentes com o uso de uma lanterna resolveram olhar no interior da sepultura e para o susto das mesmas visualizaram a mão da garota sepultada. Desde então, a Polícia Civil iniciou uma investigação para descobrir quem teria profanado o túmulo.
Paralela a investigação, o pai da garota que teve o tumulo profanado contratou um Detetive Particular para investigar o caso. O detetive também não conseguiu avanços.