Indícios apontam que assaltantes ainda estão na mata

Cerco na Linha 1º de Março entra hoje no 9º dia, com efetivo máximo.

Brigada Militar e Polícia Civil trabalham com viaturas no cerco, na Linha 1º de Março.
Brigada Militar e Polícia Civil trabalham com viaturas no cerco, na Linha 1º de Março.

Segundo a porta voz da Brigada Militar, major Vanessa Peripolli, os indícios encontrados na mata, na Linha 1º de Março entre Porto Lucena e Campina das Missões, levam a crer que os dois assaltantes, que ainda não foram presos, seguem no local.

“Os criminosos são de grande periculosidade e ainda há armas com eles, o que nos motiva a fazer de tudo para prendê-los e assim evitar novos crimes”, afirmou Vanessa. Conforme a policial, durante a madrugada desta quinta-feira, 02, não ocorreu nenhuma novidade. “O cerco permanece, a noite foi fria e com bastante neblina. As buscas são reiniciadas assim que amanhecer”.

Questionada sobre como os assaltantes conseguem permanecer em um local inóspito sem água e alimentação, ela afirma que próximo a mata exitem várias plantações, inclusive de milho e cana de açúcar. “Também é comum as árvores frutíferas, como bergamota. Já foram encontrados indícios de que estariam se alimentando de milho”. Sobre os complicadores, a major ainda reitera que a alimentação não seria problema para eles. “Talvez o frio seja a maior dificuldade, pois à noite a temperatura cai bastante”.

Cerca de 150 policiais trabalham no local, e o trabalho segue pelo 9º dia.