Ano trouxe mais ações em defesa à mulher

Em 2017 foram realizados quatro encontros, mobilizando um público de mais de 650 pessoas.

Marta do Nascimento coordena o Centro de Referência Regional de Atendimento à Mulher Dirce Grösz.
Marta do Nascimento coordena o Centro de Referência Regional de Atendimento à Mulher Dirce Grösz.

A coordenadora do Centro de Referência Regional de Atendimento à Mulher Dirce Grösz (CRRM) e a Casa de Abrigo e Passagem 8 de Março, Marta do Nascimento, avaliou 2017 como mais um ano positivo em ações práticas, desenvolvendo atividades preventivas e educativas. Ela citou que os profissionais do CRRM, assistentes sociais, uma psicóloga e um advogado, estiveram presentes em várias comunidades do centro, vilas e interior do município. Ampliaram suas presenças em alguns municípios da região que fazem parte do Consórcio Regional Fronteira Noroeste, para levar informações através de palestras sobre a Violência Doméstica e Violência de Gênero.

Tudo foi executado em parceria com escolas, associações comunitárias, unidades básicas de saúde, Emater, sindicatos e secretarias municipais de Assistência Social, Saúde, Coordenadorias da Mulher, empresas e órgãos públicos. Em 2017 foram realizados quatro encontros, mobilizando um público de mais de 650 pessoas.

“No mesmo período realizamos em parceria com a Assessoria de Políticas para as Mulheres, capacitações para profissionais das áreas da saúde, segurança pública, CRAS, hospitais, Conselhos Tutelares, secretarias e público em geral que compõem a rede de Enfrentamento a Violência Contra as Mulheres de Santa Rosa e Região em alusão aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres”, acentuou Márcia do Nascimento.

O ano também foi marcado por índices crescentes de encaminhamento e acompanhamento de mulheres ao mercado de trabalho e a programas sociais do município. Foram comuns e ainda crescentes o acompanhamento de mulheres na realização de BO (Boletim de Ocorrência), depoimentos, exames periciais, hospitais e audiências, realização de visitas domiciliares sempre que solicitado pelos órgãos de segurança pública e órgãos específicos, contato contínuo com a Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.