Eleitorado pode ser identificado por biometria mesmo sem ter feito o recadastramento

Instituto Geral de Perícias (IGP) repassou dados à Justiça Eleitoral.

Dados foram importados do Instituto Geral de Perícias (IGP), órgão do Estado responsável pelo cadastro das Carteiras de Identidade.
Dados foram importados do Instituto Geral de Perícias (IGP), órgão do Estado responsável pelo cadastro das Carteiras de Identidade.

O recadastramento biométrico no Rio Grande do Sul já foi concluído em 426 das 497 cidades do Rio Grande do Sul. Eleitores de Tuparendi e Porto Mauá efetuaram a atualização do cadastro.

Em Santa Rosa e outros 71 municípios onde o processo ainda está em andamento, dentre os quais Porto Alegre. não era obrigatório. Nestas localidades, sem recadastramento, parte do eleitorado poderá ser identificada biometricamente por meio de dados importados do Instituto Geral de Perícias (IGP), órgão do Estado responsável pelo cadastro das Carteiras de Identidade.

Tais dados foram importados a partir de convênio da Justiça Eleitoral com o Governo do Estado para acelerar o cadastramento biométrico de eleitores, aproveitando registros já existentes e gerando economia de recursos públicos. Trata-se da identificação das digitais de cerca de 1,6 milhões de eleitores, incorporadas à urna eletrônica para dar mais segurança na identificação desses eleitores e agilizar o processo de votação.

Portanto, o eleitor não deve se surpreender se, no momento da identificação, o mesário pedir para que o mesmo se identifique por meio da digital, mesmo que ainda não tenha feito seu recadastramento biométrico. O procedimento é normal e traz ainda mais segurança na identificação dos eleitores.