Servidores conseguiram reverter três situações em 2018

Durante uma avaliação do que foi o ano passado para o maior sindicato de Santa Rosa, foi repartida em duas partes, boa e menos boa.

Durante uma avaliação do que foi o ano passado para o maior sindicato de Santa Rosa, Derli Joaquim Soares, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Santa Rosa, repartiu em duas partes. Boa
Durante uma avaliação do que foi o ano passado para o maior sindicato de Santa Rosa, Derli Joaquim Soares, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Santa Rosa, repartiu em duas partes. Boa

Durante uma avaliação do que foi o ano passado para o maior sindicato de Santa Rosa, Derli Joaquim Soares, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Santa Rosa, repartiu em duas partes. Boa e menos boa.

A parte não muito boa foi o confronto com o Executivo sustentado em maio, por conta do dissídio salarial da categoria. Não houve acerto sobre o aumento do vale-refeição e ganho real de salário pleiteado. “Mas ainda conseguimos, na Câmara, a última instância do debate, melhorar a proposta do prefeito. Ele propunha 0,56% em abril e 2% em dezembro, o que correspondia ao INPC do período. Articulamos junto aos vereadores e garantimos o repasse da inflação de 2,56% integral já a partir da folha de maio”, lembrou.

A segunda reversão numa queda de braço com o Executivo, que também foi parar na Câmara, foi o que o sindicato chamou de ‘PL da Insalubridade’. No texto original, o projeto tirava totalmente a insalubridade do servidor no período em que ele estivesse fora do trabalho por motivos de doença. “Conseguimos fazer com os vereadores entendessem que ninguém escolhe ficar doente e nem as circunstâncias. Na votação, foi mantida a insalubridade”, destacou Soares.

Outro projeto aprovado em dezembro, oriundo do Executivo, foi comemorado pelo sindicato, porque seguiu orientação da esfera federal de transferir aumento salarial dos agentes de endemias. “Sobre essa questão, queremos inclusive parabenizar o Governo Municipal, que foi bastante rápido na readequação salarial do setor”, elogiou o dirigente sindical.

A terceira reversão obtida pelo funcionalismo na Câmara, sempre aproveitando a abertura para debates concedida pelos vereadores, diz respeito ao aumento da alíquota do servidor para fins de aposentadoria. O Poder Executivo propunha três aumentos de 1% nos próximos três anos, o que elevaria a alíquota para 14% em 2021. “O projeto foi aprovado, mas com o comprometimento da liderança do governo na Câmara de que os servidores irão dos atuais 11% para 12% em 2019 e os aumentos pararão por aí. Com o novo governo federal recém-empossado, virá certamente uma reforma previdenciária que dará mais luz para esse debate no plano local”, explicou Derli Soares na sua avaliação.