Fevereiro encerrou com geração de empregos

Das quatro cidades avaliadas, assim como no mês de janeiro, Santa Rosa, Porto Mauá e Tuparendi têm resultado positivo, e apenas Tucunduva encerrou com saldo negativo.

Fevereiro encerrou com geração de empregos

O saldo de empregos do mês de fevereiro saldo positivo na maioria das cidades da região. É o que mostram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, CAGED. Das quatro cidades avaliadas, assim como no mês de janeiro, Santa Rosa, Porto Mauá e Tuparendi têm resultado positivo, e apenas Tucunduva encerrou com saldo negativo.

SANTA ROSA - Foram 709 admissões, contra 681 demissões em 4.639 estabelecimentos, gerando um superávit de 28 vagas. Dos setores que mais empregaram, a construção civil alcançou 118 admissões e 61 demissões, com variação de 57 vagas, seguida pela indústria de transformação que admitiu 148 pessoas e demitiu 97, gerando variação de 51 vagas. A área da Agropecuária, extração vegetal, caça e pesca apresentou uma queda brusca, demitiu 93 pessoas e realizou apenas oito contratações.

TUPARENDI - Encerrou o mês com variação de 13 vagas, com 36 admissões para 23 demissões, em 338 estabelecimentos. Entre os setores que mais empregaram, os serviços realizaram 12 admissões e seis demissões, com seis vagas de variação, depois vem o segmento agropecuária, extração vegetal, caça e pesca com quatro contratações e uma demissão. Quem está em queda é a administração pública e os serviços industriais de utilidade pública que não admitiram nem demitiram.

PORTO MAUÁ - Encerrou o mês com seis contratações e uma demissão, ficando com superávit de cinco vagas, nos 113 estabelecimentos. A construção civil realizou quatro admissões e nenhuma demissão e os serviços admitiram duas pessoas e demitiram uma. Nenhum dos outros setores teve alterações.

TUCUNDUVA - Encerrou o segundo mês consecutivo do ano com déficit. A cidade teve 20 admissões, contra 30 demissões, variação de 10 vagas negativas, em 369 estabelecimentos. Os setores em crescimento foram os serviços com 11 admissões para sete demissões, gerando variação de quatro vagas, e a construção civil com uma admissão e nenhuma demissão. O comércio sofreu um déficit de oito vagas, com sete admissões contra 15 demissões, e a indústria de transformação demitiu sete pessoas e contratou apenas uma, com seis vagas negativas. Os demais setores não cresceram.