Cultura do trigo já está 6% em fase de floração

A área inicialmente estimada para o cultivo da cultura é de 739,4 mil hectares, que corresponde a 37% da área de plantio brasileira com o grão.

Cultura do trigo já está 6% em fase de floração

A maioria das lavouras de trigo no Estado encontra-se na fase de desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo) e 6% na fase de floração. De acordo com o Informativo Conjuntural (IC) da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira, 15, a área inicialmente estimada para o cultivo da cultura é de 739,4 mil hectares, que corresponde a 37% da área de plantio brasileira com o grão. Na próxima edição do IC serão divulgados os impactos na lavoura da geada ocorrida nesta semana.

Nas pastagens cultivadas de inverno, produtores realizam manejo do pastoreio com adequações de carga animal e subdivisões de áreas para melhor aproveitamento das forragens pelas diferentes categorias animais e para melhor padronização das pastagens. A cultura do azevém está sob os efeitos das baixas temperaturas e das chuvas excessivas, com baixo crescimento. Mas a boa umidade do solo e a tendência de aumento de luminosidade na segunda quinzena de agosto deverão melhorar o quadro em geral.

As condições climáticas deste período, com a presença do frio e das geadas, resultam em maior demanda de energia pelos animais para manutenção da temperatura corporal; isto requer ações dos produtores como adequações da carga animal, utilização de sal mineral proteinado, rações e suplementações animais para garantir a nutrição dos rebanhos.

Na região de Erechim, as temperaturas amenas da última semana não causaram nenhuma baixa na população piscícola regional. Já na região de Passo Fundo, os frios intensos de julho provocaram morte de peixes, principalmente pela ocorrência de íctio e de doenças oportunistas associadas; essa situação pode se agravar pela baixa qualidade da água dos açudes. Também na região de Santa Rosa, os técnicos da Emater/RS-Ascar estão orientando os piscicultores a não realizarem o repovoamento dos açudes em função das condições atuais de queda de temperatura ambiental. Não há registros de mortalidade de peixes pelo frio.