Encerrada mais uma expedição

Henrique Scalco Franke encerra mais uma expedição, dessa vez com a escalada ao Manaslu, no Nepal. Com essa escalada, ele foi o primeiro gaúcho a chegar ao topo da oitava montanha mais alta do mundo, com 8.163 msnm (metros sobre o nível do mar). Essa expedição faz parte do projeto Catorze 8000+, que iniciou com a escalada ao Everest.

No dia 27 de setembro Henrique chegou ao cume do Manaslu.

Uma das novidades apresentadas foi o projeto social. Devido à formação em Engenharia Ambiental, ele começou um projeto de saneamento nos locais em que realiza as escaladas. No vilarejo pelo qual passou, basicamente é cultivada batata e “trigo preto”.  "É um vilarejo conhecido por formar bons sherpas montanhistas, muito por influencia de um projeto social de um montanhista norte americano, Konrad Anker. Mas antes disso já tinham muitos montanhistas, por exemplo, o avô e o pai do Pemba (sherpa que estava comigo no Manaslu, mas já conhecia do Everest, que ficou meu amigo) foram sherpas montanhistas. O avô dele participou da caravana da expedição da conquista do Everest em 1953. Por isso a ideia de começar o projeto por aqui, pois temos uma base de conhecidos para iniciar o contato, o “resíduo” poderia ser usado na agricultura eventualmente, auxiliando o processo de cultivo, e podemos ter o suporte da estrutura do KCC (Khumbu Climbing Center)", destacou Henrique.

Em Namche

Em Namche
Em Namche

Henrique esteve na quarta-feira, 16 em Namche, que é uma vila no Solukhumbu no Parque Nacional de Sagarmatha no nordeste da capital do Nepal. 

Em Phortse

Phortse é um vilarejo conhecido por formar bons sherpas montanhistas, muito por influência de um projeto social de um montanhista norte americano, Konrad Anker. Mas antes disso já tinham muitos montanhistas, por exemplo, o avô e o pai do Pemba (sherpa que estava comigo no Manaslu, mas já conhecia do Everest, que ficou meu amigo) foram sherpas montanhistas... O avô dele participou da caravana da expedição da conquista do Everest em 1953. Por isso a ideia de começar o projeto por aqui. Temos uma base de conhecidos para iniciar o contato, o “resíduo” poderia ser usado na agricultura eventualmente, auxiliando o processo de cultivo, e podemos ter o suporte da estrutura do KCC (Khumbu Climbing Center).

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