O Agronegócio e o seu futuro

O agronegócio sempre foi fundamental para manter o crescimento do PIB brasileiro, além do otimismo da população. Falando de região quando o setor vai mal, o comércio local entra em “crise”.

Se a população humana, e é provável que isso aconteça, continuar crescendo a um ritmo de cerca de 100 milhões de pessoas por ano nas próximas décadas e além disso, os níveis de consumo aumentar na medida em que tentamos erradicar a miséria do planeta, como subir o nível de produção de recursos alimentares para atingir os futuros níveis de consumo de maneira sustentável?

Os avanços tecnológicos em biotecnologia, robótica e engenharia genética vem mudando cada vez mais essa situação. No nível de robotização e inteligência artificial surgem a cada
dia novos equipamentos como tratores e colheitadeiras, e se percebe até o uso de drones e adubadoras mais modernas ainda para acompanhar a tal de Agricultura de alta precisão.

A biotecnologia e a engenharia genética permitem hoje não só a melhoria genética de plantas e animais, mas também a criação de novos organismos contendo modificação e defensivos agrícolas capazes de reduzir, em muito, o número de pragas e ineficiência no processo. 

Fazendas verticais para horticultura e potencialmente fruticultura e floricultura estão não só sendo testadas como implantadas. Sua viabilidade econômica ainda é duvidosa, mas em
locais com pouca terra e grande demanda elas podem ser competitivas. 

Forma-se assim uma corrida entre o aumento de consumo e o aumento da capacidade de produção via novos territórios, produtividade e tecnologia. Segundo especialistas, com tantas incertezas, o recomendável é fazer um estudo de cenários de duas dimensões em que, ao colocar as variáveis opostas, surgem quatro cenários:

1 – Zona de Desconforto: Combina um avanço lento da tecnologia com um crescimento lento da demanda, gerando um desconforto global. Podemos dizer que atualmente vivemos neste cenário.

2 – Zona de Conforto: Avanço da tecnologia e o crescimento da demanda foram rápidos e se equilibram. É um cenário pouco provável e provavelmente instável. 

3 – Colapso: A demanda avança mais rápido do que a tecnologia. É o grande medo de boa parte da comunidade científica. 

4 – Abundância: Tecnologia avança mais rapidamente do que o crescimento de demanda. Este cenário prevaleceu logo após cada uma das revoluções tecnológicas e não é impossível. Alguns, inclusive, acreditam que estamos à beira dele. 

O mercado do agronegócio irá mudar fortemente nas próximas décadas e existem oportunidades e ameaças para toda esta cadeia. É preciso ficar atento às novas tecnologias, bem como aos novos entrantes vindos de outras partes do mundo.

Educação Financeira = Qualidade de Vida

Você sabe o que é educação financeira? Pois saiba que ela não consiste somente em aprender a economizar, cortar gastos, poupar ou acumular dinheiro.

É muito mais que isso. Tem a ver com uma melhor qualidade de vida tanto hoje quanto no futuro, proporcionando a segurança material necessária para aproveitar os prazeres da vida e ao mesmo tempo obter uma garantia para eventuais imprevistos.

Mas será melhor simplesmente aproveitar o dia de hoje ou nos preparar para o futuro?

Você pode escolher respostas diferentes de acordo com o momento da sua vida. O mais importante é que você escolha a sua resposta de modo consciente, que conheça as implicações de sua decisão e tenha uma atitude equilibrada. Isto é educação financeira.

É, parece fácil, mas não é! O objetivo aqui é ajudá-lo a buscar este equilíbrio financeiro. Não desista, mas também não espere soluções rápidas ou milagrosas. Dê um passo a cada dia. Pode não parecer, mas no longo prazo você vai se surpreender com os resultados.

A educação financeira tem, por propósito, auxiliar os consumidores na administração dos seus rendimentos, nas suas decisões de poupança e investimento, no consumo consciente e na prevenção de situações de fraude. Esta educação ganha importância com o aumento progressivo da complexidade dos mercados financeiros e com as atuais mudanças demográficas, econômicas e políticas.

Desde o surgimento do sistema capitalista, as pessoas tiveram a necessidade de se adaptar ao novo conceito de dinheiro e a suas variáveis (mais complexas, se comparadas aos sistemas econômicos anteriores). As novas relações de troca, domínio e poder fundamentaram as bases econômico-sociais vigentes ainda nos dias de hoje.

A educação financeira surge como resposta para orientar a tomada de decisões, informando sobre os serviços ofertados, necessidades, desejos de consumo, de poupança, financiamento e juros, investimentos e rendimentos. Pode ser entendida como o conjunto de informações que auxilia as pessoas a lidarem com a sua renda, com a gestão do dinheiro, com gastos e empréstimos monetários, poupança e investimentos de curto e longo prazo.

A difusão da educação financeira permite que as pessoas aproveitem as oportunidades de produtos e serviços ofertados de uma forma consciente.

Empreendedorismo Verde

Empreendedorismo Verde

Empreendedores buscam inserir cada vez mais inovação e sustentabilidade em seus conceitos de negócio buscando diferenciação e competitividade. Os chamados “negócios verdes” são bons exemplos para provar que é possível ganhar dinheiro de forma sustentável, cuidando do meio ambiente.

Todos sabemos que o planeta está em constante mudança. Porém nas últimas décadas a nossa relação com os recursos naturais passaram a se tornar uma fonte de preocupação.

Diante disso o empreendedorismo está se consolidando com uma visão mais globalizada, levando em conta não apenas a parte financeira como premissa, mas também questões de caráter social e ambiental, deixando um pouco de lado o famoso “empreendedorismo egoísta” que preocupa-se apenas com os lucros e se posicionando também diante de um papel mais responsável com relação à preservação do meio ambiente.

Mas ainda há algumas barreiras a serem superadas pelo caminho. Nesse sentido o empreendedorismo verde precisa levar em consideração um bom desenvolvimento, garantir o mínimo de impacto ambiental positivo e fomentar melhorias sociais.

Logicamente existe uma série de questões para poder chegar a esse patamar de “mundo ideal” e para que tais práticas possam se tornar realidade é preciso que haja uma forte profissionalização, grandes esforços em busca de conhecimento e pesquisas que interajam com essa visão de empreendedorismo.

O empreendedorismo verde não é somente uma nova alternativa, ou até mesmo uma nova onda. É sim uma necessidade na nossa vida atual e por isso vem tendo destaque no mundo empresarial, seja com iniciativas básicas como a manutenção ideal de recursos naturais, descarte consciente, reciclagem de resíduos, utilização de tecnologias que possibilitam o uso e reuso de matérias primas, entre outras tantas.

Por fim, de nada adianta falarmos somente da parte sustentável do negócio, temos que engajar as pessoas que o executam, a mão de obra envolvida, os recursos e o consumidor, para deixar de ser teoria e se transformar em realidade. Nosso planeta agradece.

Para assistir o programa desta quinta, 04 de abril de 2019, clique AQUI, ou acesse o nosso Podcast.

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