-
O Cláudio Schimidt consegue ser notícia na Câmara mesmo quando está viajando. E não é por conta de diária, pois estava de férias.
-
Estranha esta história da droga encontrada em seu gabinete. Parece, ouvindo as alegações do vereador, coisa “plantada”. Mas quem pretenderia algo tão pesado, para não dizer sórdido e novelesco.
-
Seria trama digna de novela, só que ao vivo. E as câmaras (de vigilância) estavam ligadas. Devem ter registrado o fato. Ocorre que com a Câmara em recesso, num festival de inusitados, prescreveu o tempo de arquivo da gravação. Traduzindo: o sistema feito para dar segurança, não deu. Não por culpa do sistema.
-
Schmidt tem certeza que é armação. Para sorte sua, estava viajando quando ocorreu o fato. Do contrário seria mais um golpe forte. “Tenho sérias suspeitas que o autor possa estar na própria casa”, disse, referindo-se à droga encontrada na semana passada.
-
Não esquecendo que Cláudio vestiu-se de palhaço em sessão no final de dezembro. Foi verbalmente advertido e deram-lhe prazo para recompor-se à altura da Câmara. Obedeceu.
-
Mas o fato prossegue dando dor de cabeça. A Mesa Diretora anterior não levou o caso adiante pelo “Decoro Parlamentar”. No entanto, um vereador estaria fazendo pressão junto aos demais pares para instalar um procedimento que poderia, vejam bem, poderia levar à cassação.
-
Na sessão de terça-feira, Cláudio apelou para o bom senso dos colegas. Pediu desculpas.
-
Terra e Bohn Gass no mesmo plenário, nas mesmas cenas, em lados iguais ou opostos? Não custa perguntar, já que teoricamente PT e PMDB estão do mesmo lado.
-
Vai ficar no ar aquele clima de Terra/Serra x Dilma ou é água passada?
-
Aproveitando ter citado Terra, está no Correio do Povo da semana passada, na coluna de Juremir Machado. Terra e outros caciques do PMDB gaúcho estariam em um bar queixando-se do “apetite do PT” pelos melhores ministérios e melhores cargos. Acham que mereciam, os peemedebistas, melhor sorte. A conversa teria sido flagrada por um jornalista.
-
Jeferson colocou seu nome na história nesta semana. Junto ao de Vicini, Erani Müller e Borges, entre outros, ao assumir vaga na Assembleia Legislativa. Tem tudo para fazer uma carreira política promissora, a começar pela base deixada por Bohn Gass, e os dois governos do PT como apoio. É bom lembrá-lo que desta vez não está na oposição.
-
Jamais, até onde lembre, Santa Rosa esteve tão bem servida de parlamentares. São dois estaduais (Jeferson e Classmann) e dois federais (Terra e Bohn Gass). Se perdermos alguma partida será por culpa do juiz, ou alguém se “negacear”, e daí se frita.
-
E o Lorentz, de vida nova...