-
Cenário político local em chamas. As labaredas são sentidas de longe.
-
Se o cenário vinha quente, ferveu esta semana com a descoberta de um assessor do Governo Orlando trabalhando e residindo em Brasília.
-
Levante o dedo quem, de fora do Governo Municipal, tinha conhecimento de tal figura. E não se sinta descolado do quadro, porque, pessoalmente, jamais ouvi ou li algo a respeito.
-
Orlando diz que o assessor, agora identificado como sendo Flávio Odair do Carmo Rodrigues, de Santa Maria, consta na listagem dos cargos de confiança criados na Reforma Administrativa, aprovada pela Câmara.
-
Porém, na leitura das atribuições de Flávio Rodrigues, não é citado que ele trabalha e reside em Brasília.
-
Flávio Rodrigues quebra o mito de que para ser conhecido numa cidade como a nossa tem que mostrar a cara. É hoje um nome fortemente citado, mesmo que poucos possam identificá-lo pela face.
-
Fontes afirmam que a Câmara deve discutir e votar, na sessão da próxima segunda-feira, a provável instalação de uma CPI para investigar o assunto.
-
Orlando diz que é legal a presença do assessor em Brasília e que baseou-se em orientações do Controle Interno e de sua assessoria jurídica.
-
Terra fez um concurso público também considerando legal e todos sabem o bafafá que deu.
-
Vicini implantou a cobrança da taxa de iluminação pública também orientada como legal. Ninguém sabe o bafafá que essa cobrança vai dar.
-
Para o bem de Orlando, tomara que estejam certos os pareceres que o orientaram.
-
“Não vou responder denúncias anônimas e não vou respaldar crimes”. É a resposta pública que Orlando deu sobre o pedido de informações sobre a viagem de Tilica ao Nordeste em junho.
-
A declaração de Orlando criou um clima ainda maior de animosidade na Câmara. Alguns vereadores receberam o desabafo como proposta de confronto.
-
Um deles apontou o que considera uma contradição, me confidenciando (?) o seguinte: “são dois pesos e duas medidas. O Tilica recebeu uma denúncia anônima dando conta que um servidor de carreira estaria praticando irregularidades. Acionou a Delegacia de Polícia e o computador do funcionário foi apreendido para averiguações. Nesse caso, a denúncia anônima tem validade?”.
-
Tilica, sobre o caso da cesta básica, depois de admitir que é ele quem recebe o sacolão do assessor de Brasília e doa para famílias carentes: “existem outros casos de servidores cedidos, onde outras pessoas são autorizadas a retirar as cestas básicas. Isso ocorre com a Neusa Kempfer, Rosângela Timm e Maria Albina Maciel, entre outros”.
-
Que repercussão teria em fevereiro deste ano, se Orlando tivesse anunciado que teria um de seus homens de confiança trabalhando e morando em Brasília?
-
Paulo Schmidt, o novo presidente do PT, é linha dura?
-
A nossa Câmara foi uma das que menos gastou dinheiro em 2008, o que deve ser elogiado. Reportagem do Jornal Zero Hora apurou o gasto per capita. A Câmara de Santa Rosa está na 468ª colocação, ou seja, gastou menos do que 467 casas legislativas municipais. No ano passado, Bolinha era o presidente.
-
Por que está demorando tanto a nomeação de Valdemar Fonseca para comandar a 14ª Coordenadoria Regional de Saúde? Há quem afirme que existem algumas resistências ao nome de Fonseca, dentro e fora do PMDB (fora, entre os partidos aliados à governadora).