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Está instalado o debate da água e do esgoto. O estágio atual das negociações se tornou público desde quarta-feira à noite, quando a Câmara promoveu audiência pública para abordar o tema.
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A Câmara de Vereadores foi quem provocou o debate e só quatro vereadores estavam presentes: Nelci Dani, João Carlos Padilha, José Albino Rohr e Paulinho dos Santos.
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Diante da inexpressiva presença de vereadores, fica a dúvida se a Câmara promoveu a audiência pública ou se cedeu suas dependências para o debate.
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Cláudio Schmidt e Valdecir Hemsing (PMDB) estavam num encontro em Porto Alegre. Denir Frosi, Douglas Calixto e Marino Martins (PP) estavam num encontro em Cascavel/PR. Já Osório Antunes dos Santos (PDT) não estava em nenhum encontro, mas não compareceu à audiência pública.
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Voltando à questão principal, Orlando Desconsi apresentou uma negociação avançada e com vários aspectos positivos.
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O novo contrato a caminho concede vantagens para Santa Rosa e principalmente garante gestão compartilhada, além do poder de fiscalização e imposição de multas à contratada.
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A Corsan, pela futura terminologia, ao invés de tratante passará a ser contratada. E nós o contratante ou contra a tratante.
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A maioria dos que ouvi sobre as negociações, elogiou a desenvoltura e o desempenho de Orlando Desconsi na questão.
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Porém, uns questionam se o Governo Municipal, na audiência pública que deverá convocar para tratar definitivamente da questão, apresentará a perspectiva de um contrato com a Corsan como opção única, ou se também colocará números para serem avaliados em torno de uma eventual municipalização dos serviços.
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Marino Martins já conta com uma assessora parlamentar. O Schmidt nomeou-a.
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Câmara deixou de gastar R$ 400 mil no primeiro trimestre deste ano, revertidos para ações do Executivo. Isso é elogiável.
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Também é elogiável vereador participar de cursos aqui, no Paraná ou em qualquer lugar. Pena que nunca ouvi nenhum relato sobre o proveito que cada um assegura na linha de aprendizado. É egoísmo não repartir com o público aquilo que aprenderam.
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Mandaram-me um e-mail fazendo alusão a um ato irregular praticado por um CC de uma prefeitura da região, que teria usado uma máquina da Prefeitura para proveito próprio. Só o e-mail não basta. Enviem as provas e com elas nós encaramos a bronca.