- É um rebuliço sobre o outro na Câmara. Quando a gente pensa que agora vai, aí é que o barco encalha.
- A gente adormece sabendo que andou a carroça do caso Schmidt e que as melancias se ajeitaram. E acorda com a carroça na valeta e faltando ajuda para tirar de lá.
- O Cláudio falou algumas coisas na Noroeste. Pegou pesado. O Paim devolveu os “elogios” do Cláudio Schmidt com um simples “o pedido de desculpas que ele leu na tribuna e apresentou à Mesa Diretora foi escrito por mim”. Para meio entendedor, essas palavras não carecem de tradução.
- Sei não, mas essa história vai virar novela, ao estilo Valmor e Terezinha. Pizza não dá mais, até porque o angu empedrou.
- Na semana, vereador de Santo Ângelo veio conhecer a Lei da Ficha Limpa, apresentada pelo Paulo Paim. A proposta é aplicar os mesmos conceitos da lei nacional ao cenário municipal, para secretários e diretores. Boa. Só quero ver aplicar.
- Um vereador queixava-se publicamente ao secretário de Obras Urbanas e Mobilidade sobre a atuação de brigadianos na fiscalização noturna com radar na Avenida Expedicionário. Passou além dos 57. Em 58, segundo ele.
- Ele estava bravo, não com os policiais, mas com o poste, o dito poste.
- Duas semanas e nenhum release do Osmar Terra. Alguns do Bohn Gass e do Jéferson. Falta de Internet e telefone não é.
- O Orlando foi à Câmara na semana passada, pedir coerência, para não dizer “pedir água”. A preocupação é com os prazos que podem fazer Santa Rosa perder grana. Também...
- A sombra de uma palmeira na Prefeitura estava concorrida na apresentação dos novos coletivos da Toda Hora.
- Torrando estavam vários secretários, o prefeito, a vice, empresários e mais alguns.
- O Marino estava lá, mas no bolinho à parte, entre os motoristas da Toda Hora. Disse que foi a serviço, sem interesse político. Acreditamos. Faça-se justiça, estava dirigindo, isso estava.
- A Internet em Santa Rosa é o nó da hora. A Câmara se meteu e vai feder. Já era hora. Está abaixo da crítica.
- Por falar em Câmara, tem muito administrador “macaco velho” que podia pedir umas aulas com o Pisoni, de Porto Mauá. Ele conseguiu a façanha de em R$ 8 milhões fazer sobrar R$ 630 mil e gastar apenas 39% com a folha de pagamento.
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