# Nelci Dani é pré-candidato a prefeito pelo PP. Agora o partido tem cinco pretendentes ao cargo. # Não me lembro do PP ter vivido um clima parecido como o atual, com tanta antecedência de uma eleição municipal. # PP trava uma luta interna, na qual nem tudo são flores. # Não foi nem um e nem dois provedores do Caridade que ameaçaram romper com o SUS, mas sempre um fato novo distanciava tal intenção. # Nunca o Caridade foi tão longe nessa direção. Ruma com plena convicção para o confronto. A convicção dos atuais dirigentes, de romper, deve ser levada em consideração pela comunidade, especialmente de usuários que preferem ficar à margem do debate. # Quem sobrevive sem o outro, a Fundação sem o Caridade? Ou o Caridade sem a Fundação? O campo imaginário é fértil, mas só uma situação real responderia o questionamento. # Marino Martins continua no PP. Pressionou, não sei se levou, mas ficou. # Fontes afirmam que o PMDB foi pra cima do Marino, que se esquivou. # Coronel Sérgio Gonçalves, ex-comandante regional da Brigada Militar, está com um pé na Prefeitura. Será secretário do Planejamento ou de Trânsito, pastas loteadas para o PDT. # Miro Jesse diz que pessoalmente apoiaria a chapa Orlando/Vicini. # Assembléia do Caridade será fechada, só para associados? Ou permitirão que a imprensa pelo menos escute algo pelas frestas? # David Pereira tem duas opções diante da disposição do Caridade de romper com o SUS. Agir antes, para contornar, ou esperar o resultado para ver como é que fica. # PP está encaminhando uma pesquisa para ver quais dos pré-candidatos têm mais chances de votos. A vida de Lozekan será infernizada, enquanto não divulgar os resultados da abordagem. # No PMDB é quase monótono o fato de que Neusa Kempfer é pré-candidata a prefeita. # Já o PT, se o Orlando decidir ficar de fora do pleito, terá que fazer uma pesquisa para ver se lança ou não candidaturas majoritárias. # PPS diz que um empresário influente da cidade deve filiar-se nos próximos dias. Teria banca de vice. # Petistas locais não querem Terra no Ministério da Saúde. E daí? É a mesma coisa que os peemedebistas locais não aceitarem Tarso Genro no Ministério das Relações Institucionais. # Mais um grande carnaval. Os blocos nos QGs e os demais cada um no seu canto.
|