E os pedetistas mais ousados continuam antecipando suas posições publicamente sobre qual a melhor opção que o partido deve assumir com relação ao pleito do ano que vem. Antílio Fagundes diz que hoje o melhor caminho para o PDT é manter a aliança com o PP. Faz a ressalva de que seu voto vale para hoje (o que importa é que votou). Já Ismael Oliveira, outro pedetista, acha que o PDT deve coligar-se com o PMDB para disputar as eleições do ano que vem. Públio Gastão Beltrame (Borrego), diz que o PDT deve coligar-se com o PP. Ouvidos Madeira, Antílio, Ismael e Borrego, o placar é de 2x2. Próxima parcial virá em breve, se outros valentes tornarem público seus votos. Uma nova crise de labirintite tirou Vicini de cena esta semana. PMDB promove um curso de formação política entre filiados e simpatizantes. A idéia é ótima sob todos os aspectos. Aliás, uma ação partidária que dá sentido a uma sigla. Parabéns para o grupo liderado por Cláudio Franke. "Eu não sou e nem aceito concorrer a prefeito". Declaração é de David Pereira da Silva (na presença de testemunhas). Aguardem! O PT prepara uma grande surpresa para as próximas eleições e sob a liderança de Orlando Desconsi. Vicini admite, apesar de estarmos vivendo um ano de véspera eleitoral, cortar alguns cargos de confiança para amenizar a queda de quase 9% da arrecadação de ICMS projetada para 2008. Uma disputa ferrenha por espaço físico está tornando pequeno demais o prédio do antigo Fórum. E tem parceiros da coligação (estadual) se ofendendo por aqui em função dessa nova pendenga. A idéia de Vicini é de transferir a Coordenadoria Regional de Obras para o antigo Fórum, liberando aquele prédio da Sinval Saldanha exclusivamente para uso do CRPO. Vai ter que correr para levar. O que chama a atenção nessa guerra pelo prédio, instalada nos bastidores, é que ninguém sabe quem manda mais, que pode e deve mandar e quem tem poder para exercer. O projeto de lei que daria até poder de polícia à Fundação de Saúde foi devolvido à Prefeitura. Até aí, tudo bem. O que não dá para entender é por que o Governo Municipal não o reenviou à Câmara.
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