É muito provável que não teremos eleição para prefeito em Santa Rosa no ano que vem. Cláudio Schmidt e Lina Michalski alimentaram um debate interessante esta semana sobre a taxa de iluminação pública. Lina contrapôs que não sobra dinheiro, mas admitiu que em alguns casos a cobrança da taxa é injusta para determinados estabelecimentos comerciais. Orlando está de volta à cidade. É um vai-e-volta intenso. No PDT é mais intenso do que se pensa o debate interno sobre a opção a ser tomada diante das eleições do ano que vem. De janeiro de 2005 até aqui, o PP nunca faltou com respeito, ética e consideração para com o PDT. Isso é um problema para o PDT, caso a opção for deixar a aliança que governa atualmente o município. Em Tuparendi o quadro político poderia ser sacudido com uma simples declaração pública de Itálico Cielo, mas ele é cauteloso demais. Em Porto Mauá, Manico Dinon reina com naturalidade. Em Santa Rosa, os indícios são fortes de que chegou a vez de uma mulher governar. Se o PT não aceitou ser vice (em hipótese alguma) do PMDB em 2004, por que aceitaria ser vice do PP em 2008? A pergunta vem de um peemedebista equilibrado. E sobre a pergunta acima, não vale a máxima de que “política é momento”. Ensaia-se uma manobra na Câmara em nova tentativa de criar os cargos de assessoria parlamentar. Terra pagou os R$ 80 mil que havia prometido ao Caridade. Se no PDT, hoje, a votação for 22x22, o voto de minerva seria do De Paula. Isso significa que os pró-PP terão que trabalhar mais. Aliás, historicamente no PDT as votações sobre coligações se pareceram como placar de basquete. Vicini diz que vai se aposentar para a política em 2009. Duvido!!! Só se aposenta quem se decepciona com resultados das urnas. Vicini venceu quase tudo o que disputou. Por isso é candidato natural em 2012, ou até antes.
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